Adeus Querida Mãe
Doi cá dentro, sabias
Sinto as cicatrizes que reabrem
Sinto a carne revolta em ferida
Sinto o sangue que verte
Cá dentro
Na dor
Ardem-me os olhos pelas lágrimas não choradas
Cambaleando ébrio da pavor
Falta-me o chão sob os pés
Enquanto o coração comprime uma explosão
De dor
Grito surdo de socorro
Pois sangram-me os olhos marejados de lágrimas secas.
08/04/2004
Sinto as cicatrizes que reabrem
Sinto a carne revolta em ferida
Sinto o sangue que verte
Cá dentro
Na dor
Ardem-me os olhos pelas lágrimas não choradas
Cambaleando ébrio da pavor
Falta-me o chão sob os pés
Enquanto o coração comprime uma explosão
De dor
Grito surdo de socorro
Pois sangram-me os olhos marejados de lágrimas secas.
08/04/2004

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