segunda-feira, setembro 18, 2006

Vertigem II

Doi-me cá dentro
Sinto o silêncio do que não quero ouvir
Sinto a imensa tristeza da solidão
Solidão da alma
Doi-me o frio interior

Estou como que congelado
num eterno vazio onde pairo ao abandono
Já não sangram as feridas pois não há liquido para verter
Estou como morto
em vida...

Tombo ao abandono envolto nesta vertigem...
A real ausência de alma, de perguntas, de respostas, de tudo...